Base fiel e apoio da oposição de direita marcam vitórias de Leite na Assembleia do RS, por Felipe Nabinger/Correio do Povo

Fidelidade da base, poucos votos contrários das bancadas de esquerda e apoio de uma autointitulada “oposição de direita”. Assim, a segunda gestão de Eduardo Leite (PSDB) à frente do governo do Estado obteve a aprovação de 13 projetos no primeiro semestre na Assembleia Legislativa. Em que pese as matérias encaminhadas serem menos polêmicas que as reformas e privatizações aprovadas no primeiro mandato do tucano, destacam-se agora a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a aprovação do reajuste do piso do Magistério, a prorrogação do prazo dos concursos públicos e, aquela considerada mais difícil, a reformulação do IPE Saúde.

Leite contou com fidelidade das bancadas do PSDB, MDB, PP, União, PDT, Podemos, PSD, PSB e PTB, que fazem parte da base governista, além do apoio do deputado Felipe Camozzato, do Novo, que adota postura independente. Do conjunto desses deputados, o tucano obteve 100% de apoio dos projetos encaminhados pelo Executivo.

Além desses projetos, no primeiro semestre, houve a aprovação, de forma unânime no plenário, dos nomes de Claudio Gastal e José Nunes para o Badesul, Ranolfo Vieira Júnior e Leonardo Busato para o BRDE, e de Fernando Lemos como presidente do Banrisul. Todas as indicações partiram de Leite.

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