Hannover 2023 marca volta dos chineses a feiras internacionais, por Guilherme Kolling/Jornal do Comércio
A segunda edição da Feira de Hannover no pós-pandemia tem uma novidade em relação ao ano passado. A presença maciça de chineses. O recente fim das restrições a viagens internacionais no gigante asiático – que teve uma nova onda de Covid, entre o fim de 2022 e o início de 2023 – permitiu a participação no evento na Alemanha.
Mais do que uma volta a Hannover, a presença dos chineses marca também o retorno do país a grandes feiras internacionais – na NRF, evento do varejo em Nova York (EUA) em janeiro de 2023, e na Sial, da alimentação, em Paris no ano passado a China esteve ausente.
O retorno depois de quatro anos não é tímido, muito menos gradual. Os chineses vieram com força, ocupando nada menos do que 1.020 estandes na Feira de Hannover neste ano. Isso representa cerca de um quarto do total, pouco mais de 4 mil expositores em 17 pavilhões.
A discrição acontece apenas na localização e no formato. Quase todas as empresas chinesas ocupam pequenos boxes em corredores secundários. São raros os estandes chineses maiores, especialmente nos corredores centrais.
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