NÃO CAIA NESSA, BOLSONARO!

A imprensa e seus colunistas que perderam a eleição presidencial continuam numa campanha patética contra Jair Bolsonaro.

O episódio já batizado de “golden shower” foi descaradamente subvertido por militantes esquerdistas nas redes sociais e em boa parte da mídia nacional e internacional. Uma postagem de Bolsonaro sobre uma cena de perversão sexual acoplada a uma escatologia explícita durante o desfile de um bloco carnavalesco, atiçou o imaginário golpista exatamente daqueles que gritaram ‘é golpe” quando Dilma Rousseff foi mandada para casa.

Já se dissemina a tese de impeachment contra Bolsonaro por que “divulgou pornografia” nas redes sociais quando, na verdade, o presidente apenas expôs uma situação degenerada cada vez mais presente na vida dos brasileiros, a qual adquire robustez no nosso carnaval, mas que está presente nas manifestações “culturais” e nos “queermuseus” com exaltação à pedofilia, zoofilia e deboche imbecil até mesmo com Jesus Cristo.

As críticas contra Bolsonaro partiram inclusive do lado que diz apoiá-lo e, entre elas, a mais forte destacava que o presidente não poderia mostrar “uma obscenidade para milhões de famílias em rede social”. Seria uma ingenuidade tal observação se não fosse contraditória.

O presidente dos brasileiros não pode postar um vídeo obsceno condenando-o, mas as mesmas famílias puderam ver cenas muitos mais despudoradas nas coberturas massificantes, por exemplo, do último carnaval nas redes de televisão. Essa situação tem uma moldura intrigante.

A esquerda herbívora no poder autointitulava-se propulsora dos movimentos sociais e colaborou muito para o desmonte do núcleo familiar, da escola tradicional com revisionismo histórico e o apoio incondicional à total liberdade sexual. Na oposição, essa mesma gente brada contra Bolsonaro – num reacionarismo inimaginável – por ser “pornográfico”. Na imprensa internacional funcionou o ativismo ideológico dominante em qualquer redação e Bolsonaro passou a ser considerado um inimigo do carnaval por que houve manifestações contra o governo em blocos de rua e escolas de samba.

Quem for buscar a etiologia dessa fúria contra Bolsonaro irá constatar que a contaminação esquerdopata de parte da sociedade brasileira tem pouco mais de 20 anos, mas sua capilaridade ainda não tem data de vencimento, logo, o mosaico ideológico montado pelo azulejistas gramscianos ainda produzirá muitos aleijões morais na sociedade brasileira.

O que Bolsonaro precisa se dar conta é que está fazendo o jogo de seus inimigos ao bater boca com eles pelas redes sociais. Eles já foram derrotados nas urnas e agora tentam transformar o rancor da eleição perdida em mantra moralista contra Bolsonaro.

O presidente precisa ser menos Trump já que somos diferentes dos americanos em tudo – no clima, no respeito às leis, no PIB, na tolerância zero, nos valores republicanos, no sistema eleitoral e até nas suas respectivas Cortes Supremas de Justiça.